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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Recordando o General D

“(…) Há muita gente que eu conheço que se reúne para ir atacar os “pulas” (os brancos). É a expressão máxima de um sentimento de revolta que está no interior de muitos negros: os negros sentem-se marginalizados na escola, ao trabalho, na sociedade em geral. (…) Mas a verdade é que os brancos não sabem ao certo porque que os jovens negros atacam ‘pulas ‘ nas ruas ou em estações de comboios; não têm autoridade para falarem no assunto porque não sabem o que é viver num bairro de lata. (…) Eu não sou pelo pacifismo. Só quando houver uma consciência colectiva entre os irmãos africanos é que será possível mudar o estado das coisas."

Entrevista de General D ao semanário O Independente, em 17/6/94

“Kontinuem a ser negros...”

“Nos k nasi omi k ta mori omi guerrilha”, é um dos slogans de um grupo de activistas negros, com base na Cova da Moura, que defende a luta contra o opressor (branco...) e que tem como ídolos personalidades ligadas aos movimentos extremistas negros nos Estados Unidos, como Malcom X. “Sem justiça não há paz” é outro dos slogans que, aliás, é copiado por vários sites onde é claramente defendida a ideia de que a reacção à chamada “violência policial” é um legítimo direito de defesa dos pobres e marginalizados.

Num dos sites, os potenciais aderentes são avisados de que não estão perante um simples grupo de rap, mas sim algo mais importante do que isso, com uma ameaça clara: “(...) não use este nome para o banalizar porque estás sujeito a encarar um membro do colectivo com o qual podes ter problemas graves”. Outro dos sites que faz parte deste grupo (a guerrilha dos que nascem homens e morrem homens, em crioulo “Nos k nasi omi k ta mori omi guerrilha”) descreve de modo mais primário e em inglês os seus princípios: “My hip hop is to ser justice figh for my rights. Fuck u (…) Minao Soldjah I keel real to hip hop (…) Nos k nasi omi k ta mori omi guerrilha, no justice no peace”.

O tom geral da propaganda disseminada, pelos responsáveis por esta estrutura, entre os jovens africanos residentes em Portugal caracteriza-se por um forte apelo às suas raízes africanas, uma rejeição total do que classificam como os princípios do opressor branco e um apelo à resistência contra as autoridades policiais: “Nos últimos meses vários irmãos foram perseguidos e agredidos nas ruas, nas carrinhas e dentro das esquadras. Este não foi um acidente, nem um acto isolado, foi o desfecho que já esperávamos (…) a polícia têm sido aplaudida pelo Ministro da Administração Interna (…) a polícia tem "luz verde" para matar jovens negros em Portugal (…) para nós negros, a pena de morte está em vigor e a "justiça" não é lenta, é veloz feita na hora pela polícia.”

Tal como referimos num post anterior, este é um dos vários movimentos (há outros, de que daremos conta em breve...) que estão a ser vigiados tanto pela Polícia Judiciária como pelo SIS e SIED.

Portugal, um paraíso multicultural

O "Kromo Di Ghetto" vive em Lisboa no Bairro da Kova Da Moura. Diz que "Reporta a Realidade do seu bairro KOVA M e não SÓ, situação politico/social/cultural & ESpIRITUAL que nos afecta directamente e indirectamente e os problemas que enfrenta no seu dia a dia." Diz que é "Mais um guerreiro de Deus k pretende alertar,kombater e derrotar o inimigo." Junta algumas fotos elucidativas, como esta.


O "hezbollah", que também vive na Cova da Moura, tem um discurso bastante mais elaborado: Afirma que reside nesse bairro, onde "desenvolve o seu projecto de hip hop com amigos e outros artista, onde ele acha que a comunicação social e o grande culpado por aquilo que se passa la por muitas vezes o que a comunicação social diz muitas fez nem acontece, onde que ele acha que ta a ser um bóde expiatorio para justificar o insucesso, politico e económico de Portugal."






O Blog da Quinta da Princesa


Um retrato do que será o futuro de Portugal, se continuarmos a ser governados pela Esquerda.

Um dia na vida de um país governado pela Esquerda

Em Leça do Bailio, um comerciante que resistiu a dois assaltantes foi baleado numa perna. A PJ está a investigar. O que pouco interessa, porque se a PJ apanhar os assaltantes, o juiz irá mandá-los em paz, atendendo a que as leis socialistas tornam quase impossível decretar a prisão preventiva.
No Monte da Caparica, uma das localidades dos arredores de Lisboa onde as escolas têm grandes percentagens de alunos africanos (entre os 35 e os 50 por cento), um jovem de 14 anos foi esfaqueado quatro vezes por um colega de 16 anos. O jovem tinha-se refugiado num estabelecimento comercial, fora da escola, mas mesmo assim o colega perseguiu-o e esfaqueou-o, na sequência de um desentendimento ainda dentro da escola.
Em Chelas, a PSP deteve três indivíduos extremamente violentos, na posse de várias armas proibidas, com as quais praticavam ofensas à integridade física de outras pessoas. Entre as armas, incluíam-se várias armas de fogo, tacos de basebol, soqueira, catanas, sabres e espadas. O juiz de instrução criminal mandou os três em homens em liberdade, sujeitos apenas a Termos de Identidade e Residência.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Governo, palhaços e imigrantes


1º tempo:

"No que concerne à estrutura etária da população, a freguesia (de Agualva-Cacém), à semelhança do que se passa a nível concelhio e nacional, apresenta um aumento da população adulta face à população jovem, embora a tendência se venha atenuando devido ao elevado número de filhos de casais de origem africana."

2º tempo:

"O jovem que agrediu dois estudantes, também aluno da Secundária Matias Aires, de Agualva (Cacém), foi ouvido pelas autoridades e libertado, embora sujeito a Termo de Identidade e Residência."

Discriminação ou ilegalidade?

Como é típico da Europa dos cobardes, cai o Carmo e a Trindade sempre que um estrangeiro se queixa de ser beliscado. Imagine-se que os pobres dos brasileiros se queixam de atitudes discriminatórias quando pretendem abrir uma conta bancária. Ou seja, quando o funcionário lhe pede o que está legalmente definido para abrir uma conta bancária – nomeadamente, prova de que está em situação legal no país – o coitadinho do brasuca é vítima de discriminação. Pois. Pormenor curioso é o facto de entre 80 a 90 por cento desses pobres imigrantes não se queixarem às autoridades, quando são vítimas de discriminação. Pois. Como são ilegais, não se arriscam a apresentar queixa às autoridades.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Crianças portuguesas e crianças guineenses

Vejo, numa peça televisiva entremeada de lágrimas e amor ao próximo, que duas crianças guineenses chegaram a Portugal e estão internadas num hospital, onde vão ser tratadas a problemas cardíacos complicados. Fico satisfeito. Já não há crianças portuguesas com problemas de saúde graves à espera de vaga num hospital. E como todas as crianças portuguesas que precisam de tratamento médico e internamento hospitalar já foram atendidas, podemos ser caritativos e dar uma ajuda às crianças estrangeiras – no caso, guineenses, país independente onde nem sequer há Governo, quanto mais um hospital…